segunda-feira, 14 de julho de 2008

A favor dos cobertores de orelha!


Que me perdoem os solteiros, mas namorar é verdadeiramente delicioso. Ainda mais quando o dia está friozinho e a programação envolve TV e edredom. A verdade é que quando se tem um alguém para deitar de conchinha até mesmo o “Domingão do Faustão” ganha graça nova.

Tá, ok, você, como defensor do clube dos solteiros, protesta: “E a liberdade, as satisfações, as exigências, o ciúme e as brigas?” Sim, você está completamente certo. Tudo isso existe e, quando se ama, ganha proporções homéricas. Mas veja o outro lado: o companheirismo, o carinho e todos esses sentimentos melosos, quando bem dosados, são bem mais compensadores do que os defeitinhos de todos os dias.

Enfim, o que me faz a favor dos apaixonados é aquele sentimento bão que construímos com o outro. Nos faz vivos!!! Mas lembre-se: quando você se abre para uma vida a dois, o pacote vem completo – isso inclui os bons e os maus sentimentos.

Será que sou muito romântica? Muito apaixonada? Talvez.. Mas como dizia o poeta: “Tudo vale a pena quando a alma não é pequena...”

Obs: dedico esse post ao meu cobertor de orelha, Raul Villalobos.

Meu querido mês de julho


Eu sempre achei que o ar no mês de julho fosse diferente de todos os outros meses do ano. É tudo muito mais alegre, com dias mais compridos e aquele gostinho delicioso de férias. Pra mim esse mês tem gosto de dias de sol e sorvete de casquinha. Quer dizer, tinha. Até o ano passado – eu ainda estava na faculdade- o mês de julho foi alegremente comemorado. Esse ano, no entanto, não tenho do que tirar férias. Daí entendi que na vida de adulto, o mês de julho é tão cinza e tão rotineiro quanto o mês de março, abril, maio... Lá vai mais um item para a minha lista de saudosismo: meu querido mês de julho.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Casca dura da boca pra fora!


Imagina um cara do tipo “italianão”, com personalidade forte e falar grosseiro. Esse é o meu pai, senhor Osvaldo Scalise, que tem sempre uma reclamaçãozinha para fazer. Se tudo está ruim ele reclama e, se estiver bom, reclama também. Ele é daquele tipo que não torce pra time nenhum, mas fala mal do que está perdendo. Uma língua afiada, que só! Tem sempre um jeito estúpido ao se expressar e não se comove com nada, quer dizer, quase nada.

A Vick (minha nova cachorrinha apresentada anteriormente) é a prova viva de que meu pai tem um coração mole. Quando ela chegou, foi ignorada, xingada e odiada por ele. Pra vocês terem uma idéia, meu pai nem olhava pra cadelinha, porque não queria mais um cachorro em casa. Dias atrás, no entanto, cheguei e não encontrei a Vick. Fiquei apavorada procurando pela cadelinha e nada. Eu o questionei e ele respondeu: “Dei pra um mendigo”. Fiquei apavorada, é claro. Segundos depois, lá estava ele rachando o bico com a pequena dormindo dentro da jaqueta. Acredita?

Pois é, senhor Osvaldo, num tem mais jeito. Está na hora de abandonar a casca dura e revelar o seu lado feliz da vida. Esse seu coração mole é o que me faz rir das suas grosserias! Um beijão, pai.

Obs: Ainda não tirei fotos dele com a Vick, mas tenho uma com ele, minha irmã, Vanessa, e o nosso pit bull, Barão.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Uma homenagem a senhorita Guria


Ela chegou de mansinho, tímida e sem muitas palavras. Mas bastou abrir a boca pra sair um “Tú”, “Bah”, “Tchê”, “Trilegal” e outras gírias típicas de uma verdadeira gaúcha. Ela é a Bruna Lora, batizada carinhosamente por mim como a Guria. A verdade é que num sei explicar como ou porquê, mas simplesmente fui com a cara dessa menina. Na primeira semana, já estava eu falando das minhas intimidades e outras coisitas mais. E olha que eu não sou assim!! Por que eu me entreguei tanto a essa amizade? Talvez, carência ou afinidade. Não sei. Mas, Guria, isso pouco me importa!

O que vale é que você invadiu a minha vida, literalmente, e conquistou um espaço muito digno nela. Por tudo isso, quero prestar uma pequena homenagem a você, que vai me abandonar a partir da semana que vem (ela mudou de emprego). Brincadeira à parte, estou muito feliz com a sua escolha. Vai ser um salto na sua carreira e eu tenho certeza que você vai muitoooo longe! E, por favor, nunca deixe de ser essa guriazinha cabeça dura, que diz “Faça-me o favor” a cada gesto de indignação. Eu simplesmente adoro!

terça-feira, 1 de julho de 2008

Você precisa de um "personal friend"?

Uma nova profissão entrou para o mercado brasileiro: é o personal friend. Em miúdos, é uma pessoa contratada para ser seu amigo, em situações solitárias. Pois é, até isso dá dinheiro. E, pelo jeito, não é pouco: quarenta reais à hora.

Tudo começou com a iniciativa de um professor de dança de salão, do Rio de Janeiro. Ele percebeu que poderia transformar as saídas coletivas de alunas a bailes, em um negócio atrativo e lucrativo. Ele garante que os passeios não envolvem sexo, mas isso não vem ao caso. A minha indignação é que o mundo anda tão solitário que precisa pagar para ter um diálogo ou uma companhia amiga. Ah, me poupe!

domingo, 29 de junho de 2008




O amor de tia também é incondicional!


Ele ainda nem nasceu. Não sei como é o rosto, os olhos, o pezinho. Mas tenho certeza que é tudo perfeito, lindo e delicioso de morder. Esse é o Gustavo, para os mais íntimos, o Gú. Filho da minha irmã do meio, a Vanessa, e do meu cunhado, o Alex. É uma criança de 8 meses – na barriga- que ainda não conheceu o mundo, mas já é amado por tanta gente aqui fora. E olha que a família não é pequena: papai e mamãe, duas vovós e dois vovôs, duas tias, 3 tios, 3 cachorros, mais todos os amigos agregados.


Como pode tanto amor por um pedacinho de gente que ainda nem nasceu? Não sei. E antes de acontecer comigo até achava exagero. Mas a verdade é que a titia aqui é tão, tão, tão babona que já sente um amor incondicional por essa criança. Dizem que esse tipo de amor é de pai e mãe. Mas será que eu sou a exceção da regra? É nada, a regra vale para titias também. Por isso digo para quem quiser ouvir: Gú, a tia já te ama, pequeno. Chega logo!